Partilhar Lisboa

Março 16 2007
Hoje vou abrir uma excepção e não vou recomendar um livro já lido, e sim um que estou a ler, ainda não cheguei ao meio mas de certeza que não há maneira de me fazer mudar de ideia quanto à sua qualidade.
Titulo - Um Mundo Sem Medo
Autor - Baltasar Garzón
Editora - Ambar
Sobre o Livro - O juiz Baltasar Garzón tornou-se uma figura mediática (chamam-lhe em Espanha o Superjuiz), conhecido internacionalmente, quando decidiu dedicar a sua vida a perseguir o crime, o narcotráfego, o terrorismo e a corrupção, lutando contra a impunidade, não só em Espanha mas em todo o mundo. Casos mais conhecidos que foram possíveis graças à determinação e à integridade deste homem:
- Prisão e julgamento de Pinochet;
- Abertura de um processo para investigar lavagem de dinheiro por um dos maiores bancos espanhóis;
- Investigação de Jesús Gil (Presidente do Atlético de Madrid) por corrupção;
- Variadas acções contra organismos e pessoas ligadas às actividades terroristas da ETA;
- Levantou questões delicadas sobre o tratamento de presos (Al-Qaeda) em Guantánamo pelos EUA.;
- Solicitou ao Conselho da Europa um processo contra Berlusconi;
- Abriu a possibilidade de se levantarem, em Espanha, processos contra funcionários argentinos acusados de assassínio durante a ditadura argentina;
- Baltasar Garzón foi apresentado como candidato ao prémio Nobel da Paz.
Agora, ele decide finalmente contar estes e outros casos, com detalhes que ninguém conheceu antes, explicando as razões que justificam estas perigosas iniciativas. Um homem corajoso, cujo exemplo nos poderá inspirar a todos noutras lutas.
Nota Pessoal - Com este livro ganhei um respeito especial pelo juiz mas essencialmente pelo homem. Até me fez assinalar passagens do livro com post-its. 
Partilhado por AnaD às 00:07

A ideia que sempre tive (e que cada vez mais me sai reforçada...) é que a justiça se faz com alguma parcimónia, longe dos holofotes, com descrição, longe do berreiro histórico do povaréu.
Não defendo uma justiça «cinzenta» e fechada em si própria, mas sempre desconfiei destas figuras que, saindo dos meandros judiciais, ávidos de protagonismo aparecem sistematicamente perante os holofotes dos média...
Juxpot a 20 de Março de 2007 às 20:28

Terás concerteza uma percepção diferente da minha, mas a mim quer-me parecer que Baltazar Garzón, não procurou propriamente os holofotes dos media.

Quando acabar o livro venho aqui dizer se mantenho ou não a minha opinião ...
AnaD a 20 de Março de 2007 às 21:17

Quando referi berreiro histórico, queria dizer, «berreiro histérico»...
Juxpot a 20 de Março de 2007 às 21:29

Lisboa é a minha cidade, é quem sou e condiciona o que penso e o que sinto, por isso ao partilhar Lisboa, partilho angústias e alegrias, revoltas e compreensão ... no fundo é um local de partilha de sentimentos!
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