Partilhar Lisboa

Janeiro 23 2007
... como se eu fosse muito burra ... porque raio é que ontem à uma e meia da manhã andavam a lavar minha rua???
Se o horário já é descabido ... o dia escolhido é totalmente absurdo ... então vão lavar as ruas em dias de chuva?? Será que o Dep. de Saneamento da C. M. Lisboa não tem o contacto do Instituto de Meteorologia??
Por favor expliquem-me ... façam-me um desenho se necessário, mas não me deixem nesta duvida angustiante.
Partilhado por AnaD às 23:50

Eu explico: é o chamado conceito do trabalho por objectivos.
Há um objectivo que é lavar a rua, logo cumpra-se o objectivo. Mai' nada!
Queres descansar? Vai viver para Alcaria dos Javazes onde não há automóveis, camiões do lixo, carrinhos de lavagem de ruas, bêbados a sair de bares, tabernas e discotecas, também não bares nem tabernas nem discotecas... nem habitantes, de qualquer maneira. Sossego absoluto. Se conseguires dormir com tanto silêncio ensurdecedor...

... e estou a imaginar o funcionário da 'Câmbra', de colete fosforescente vestido e mangueira na mão a dançar qual Gene Kelly trauteando essa imortal canção "I'm washing in the rain
Just washing in the rain
What a glorious feelin'
I'm washing again
I'm laughing at clouds
So dark up above
The noise is in my car
And I'm waking everyone
Let the stormy clouds chase
Everyone from the bed place
Come on with the rain
I've a smile on my face
I walk down the lane
washing in vain
Just washin',
Washin' in the rain"


vêÉrre a 24 de Janeiro de 2007 às 22:31

Pronto ... tá feito ... agora de cada vez que ouvir os srs da "câmbra" vou-me lembrar desta musica e irritar-me um bocadinho menos ...
AnaD a 25 de Janeiro de 2007 às 00:05

Hé, hé, hé...

Por acaso, quando morava em Lisboa e tinha o vício de ir à noite bebericar uns copos para o `Hot Club´ (clube de jazz, nada de outras coisas, quero frisar...), era célebre e de certa forma um clássico que todas as noites um dos homens do pessoal da limpeza entrava naquele espeço, mesmo durante os concertos, nunca dizia rigorosamente uma palavra, descia as escadas, dirigia-se ao balcão e, totalmente mudo, levava sem pagar umas cervejolas (ou, se quisermos, `bujas´...) que o funcionário do bar lhe oferecia e punha em cima do balcão, sem pagar, nem esboçar qualquer palavra.
Era um ritual que todos os dias se verificava sem qualuqer troca de palavras...
Juxpot a 26 de Janeiro de 2007 às 23:14

Já me tinhas contado essa história ... e não tenho qualquer problema que os ditos senhores bebam umas bujas (confessa lá que gostas desta expressão) drante o serviço ... desde que depois não se ponham a cantar "I'm washing in the rain" a plenos pulmões ...
AnaD a 27 de Janeiro de 2007 às 22:17

Lisboa é a minha cidade, é quem sou e condiciona o que penso e o que sinto, por isso ao partilhar Lisboa, partilho angústias e alegrias, revoltas e compreensão ... no fundo é um local de partilha de sentimentos!
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