Partilhar Lisboa

Setembro 30 2006
... um mês seria  Outubro
... um dia da semana seria  Domingo
... um número seria  7
... um planeta seria  Terra
... uma direcção seria  Oposta
... um móvel seria  Poltrona
... um liquido seria  Água
... um pecado seria  Gula
... uma pedra seria  Rubi
... um metal seria  Titânio
... uma árvore seria  Sequóia
... uma fruta seria  Cereja
... uma flor seria  Tulipa
... um clima seria  Temperado Continental
... um instrumento musical seria  Piano
... um elemento seria  Fogo
... uma cor seria  Vermelho
... um animal seria  Elefante
... um som seria  Splashhh
... uma letra de música seria  Imagine – John Lennon
... uma canção seria  Angels – Robbie Williams
... um estilo musical seria  Jazz
... um perfume seria  L’eau Cheap and Chic Moschino
... um sentimento seria  Amizade
... um livro seria  "O meu pé de laranja-lima”
... uma comida seria  Bacalhau com Natas
... um lugar seria  Praia
... um gosto seria  Salgada
... um cheiro seria  Floral
... uma palavra seria  Carinho
... um verbo seria  Viajar
... um objecto seria  Óculos
... uma roupa seria  Chapéu
... uma parte do corpo seria  Olhos
... uma expressão seria  Sorriso
... um desenho animado seria  Mafalda
 

... um filme seria  Antes do Amanhecer e Antes do Anoitecer
... uma forma seria  Triangulo
... uma estação seria  Outono
... uma frase seria  O sonho comanda a vida

 

 

"Roubei" este desafio do blog da Ana

, por isso não o vou passar a ninguém ... mas se alguém o quiser aceiter, esteja à vontade.

  
Partilhado por AnaD às 00:03

Setembro 29 2006
Na Sugestão Literária desta semana temos algo fresquinho - é verde por fora e vermelho por dentro e tá cheia de pevides - é light mas é deliciosamente light.
 

Titulo - Melancia
Autor - Marian Keyes
 

 

Editora - Arte Plural / Pergaminho
 

 

Sobre o Livro - "Quinze de Fevereiro é um dia muito especial para mim. É o dia em que dei à luz o meu primeiro filho. E também o dia em que o meu marido me deixou."
 

Claire tem 29 anos e tudo com que sempre sonhara: um marido maravilhoso (em todos os sentidos), um emprego simpático, um lar acolhedor... No dia do nascimento do seu primeiro filho, no entanto tudo muda. James, o marido, informa Claire de que a irá abandonar, pois está perdidamente apaixonado por outra mulher: é o CAOS total!
Com um bebé no colo e um corpo que, defenitivamente, nada tem a ver com o corpo de outros tempos, Claire é forçada a iniciar um novo ciclo de vida, consciente de que não se trata de uma tarefa nada fácil...
Na ausência de melhor abrigo, regressa a casa dos pais para recuperar forças. E é neste ambiente, simultaneamente familiar e estravagante, que Claire irá melhorar. E muito!
Nota Pessoal - Um livro "contador de histórias", leve e divertido ... cuidado esta familia é completamente louca.

Setembro 28 2006
Vou fazer de boa filhinha e vou passar o fim de semana com os meus progenitores, partirei amanhã após o almoço e regressarei na segunda-feira.
Mas como sou muito prevenida e organizada, nada deveis temer, está tudo a postos, para todos os dias da minha ausência, se poderem deliciar com algo novo aqui neste cantinho.
Vai ser como se eu cá estivesse, mas sem resposta aos comentários.
Portem-se bem...
 
Partilhado por AnaD às 18:48

Setembro 28 2006
... ao Jux, que gosta de comboios.
... a Ana, que gosta de fotografias.
... aos outros todos, que estão farto de ler os meus textos sem fim!

Setembro 27 2006
Continuando a saga pelos ares ... vou começar com a minha primeira viagem com escala ... o destino era Veneza, com a Lufthansa via Frankfurt, ora o aeroporto de Frankfurt é um dos maiores e mais movimentados aeroportos do mundo ... e apesar de ser extremamente funcional, devemos sempre avisar os passageiros que nos voos com ligações curtas tem que se dar corda aos sapatos para não perder o avião ... ora eu não ia perder o meu voo ... portanto mal aterramos peguei no meu cartão de embarque e vi qual a minha porta, 59-A se a memória não me atraiçoa, mal saímos do avião, estou prontíssima para uma grande caminhada, dirijo-me para as setas de sinalização e lá estava porta 59-A para a esquerda, quando me viro lá estava a porta 59-A mesmo ali ... afinal eu tinha acabado de sair pela porta 59.
Fiquei lá uma 1h30 à espera, dei uma voltinha, mas acabei por me sentar a observar o ambiente e também queria ver o avião a sair e entrar o próximo que me levaria a Veneza. Entretanto reparei num funcionário que estacionou um veículo tipo carrinho de golfe mas com um cestinho cheio de detergentes e afins que limpou os ecrãs de informação, passado um quarto de hora lá vem outro pulverizar e limpar, mais outro tanto e outra limpadela, é caso para dizer que o aeroporto de Frankfurt está um brinquinho. O avião nunca mais saía e entretanto começaram a fazer o embarque, ou seja o mesmo avião que fez o Lisboa/Frankfurt, seria o mesmo que faria o Frankfurt/Veneza.
Cheguei a Veneza, ao aeroporto “Marco Pólo”, que é minúsculo, com um sistema de bagagem inacreditável que não consigo descrever, todos foram tirando as malas e eu via o tapete rolar, rolar, rolar (sempre com aquela mala que ninguém reclama) ... a mala tinha-se extraviado. Inacreditável, mas a Lufthansa conseguiu perder a mala que já estava dentro do avião, agora digam lá que eles não são os maiores!
 
No regresso dessa viagem, fiz o meu check-in olhei para o ecrã de informação estava tudo certinho, despedi-me da pessoa que me foi levar ao aeroporto e passei o controlo, mal chego ao outro lado ... olho para o estado do meu voo ... delayed ... 1 hora de atraso, pensei “começa bem, vou andando para a porta”, qual quê o aeroporto é tão pequeno que as portas estão quase todas num hall, respirei fundo e pensei em comprar uma revista, não tinham nada em português claro, mas cúmulo dos cúmulos em inglês só tinham o Finantial Times, de resto podia escolher entre o italiano, o francês e alemão que não domino bem e o espanhol que abomino ... resolvi dedicar-me à manicure com o conjunto inteiro de unhas que passou pelo controlo de segurança sem qualquer problema. Finalmente lá embarcamos duas horas depois do previsto, e soubemos que a razão do atraso tinha sido um nevoeiro intenso que se tinha abatido sobre Frankfurt e que por isso todos os voos estavam atrasados. Em Frankfurt o aeroporto era um mar de gente, mas um mar civilizado (isto porque eu estava no terminal Lufthansa porque de certeza junto da Ibéria devia estar o caos) estávamos meia dúzia junto da porta à espera ... à espera ... à espera, até que nos disseram para descer para o autocarro ... onde esperámos ... esperámos ... e lá apareceram mais dois ou três e arrancámos. Começámos a percorrer o aeroporto a afastar-nos do terminal e o bus nunca mais parava, andámos uns 20 minutos, eu já pensava “olha vou de autocarro para casa”. Lá chegámos ao avião (já não me lembro se era um airbus ou um boeing) mas tinha uma configuração dois-quatro-dois, lá nos sentamos, uma dúzia de passageiros talvez, o comandante informou-nos do nevoeiro e que estávamos à espera das ligações que vinham das “Américas”, portanto esperámos ... esperámos, lá iam entrando a conta gotas uns passageiros, mas entretanto o comandante comunicou que não podia esperar mais e que íamos embora, quase uma hora depois de termos embarcado. Éramos talvez duas dúzias, os passageiros dos voos intercontinentais começou a deitar-se nos bancos de quatro e ainda sobraram muitos bancos, serviço estupendo (também devíamos ser um passageiro acordado para cada assistente de bordo), viemos a abrir ainda recuperámos uns 40 minutos do atraso, mas deveria chegar a Lisboa antes da uma, cheguei depois das seis.
Vá lá não me perderam a mala, mas levei com uma taxista que não fechou a matraca e que me contou a vida toda dela, e ainda me olhou de lado quando não dei gorjeta …
 
Parece que me entusiasmei outra vez ... as bolas de cotão e o canibalismo ainda vão ficar para a próxima.
  
Partilhado por AnaD às 01:24

Setembro 26 2006
Não sou uma grande viajante, mas já fiz algumas milhas aéreas, e tenho algumas histórias para contar.
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Não tenho medo nenhum de voar, inclusive adoro as partes mais perigosas como aterrar e levantar. Não me importo nada em ficar em cima da asa, a ver o ar a fluir … turbulência para mim é apenas turbulência, em voos pequenos gosto da janela em grande prefiro a coxia, devoro a “comida” que nos dão, só não gosto de ficar nos lugares das saídas de emergência (deixo-os para os pobres coitados com mais de 1.80m de altura que não têm dinheiro para viajar em excutiva) porque gosto de ter as minhas tralhas ao pé de mim – a minha água, o meu livro, o meu ipod, as minhas gotas, os meus lenços de papel, as minhas pastilhas, os meus rebuçados, os meus comprimidos, o meu chocolate … todas essas coisas indispensáveis ao viajante!
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Mas quando entro num avião tenho medo … medo da dor … sim da dor de ouvidos, sou uma sofredora com os ouvidos nos aviões, se não fosse essa dúvida - será que vou ter um voo são ou um insano de dar tiros na cabeça? - os meus voos seriam muito felizes quiçá perfeitos.
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Quando parto tenho aquele nervoso miudinho de partir à descoberta de algo … quando regresso é aquela tranquilidade de voltar a casa.
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Ainda antes de pensar em me ligar ao turismo, o meu baptismo de voo foi num voo da TAP para S. Miguel, onde fui passar uma semana com familiares que estavam lá… é realmente uma ilha lindíssima mas isso fica para outro dia … o que conta agora é que fomos as ultimas a chegar, quando o check-in já tinha inclusive fechado, mas lé embarcamos no avião onde praticamente todos os passageiros traziam um ananás ao colo. Quando fazíamos a aproximação a Lisboa, fartei-me de reconhecer locais da cidade, como a Av. Liberdade e o Marquês de Pombal, até ver o Cristo Rei e a Ponte 25 de Abril … afinal estávamos a sobrevoar Almada.
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A viagem a seguir foi a Londres … foi a primeira vez que tratei de uma viagem para mim e cheguei à conclusão que sou uma cliente super chata … o estado de excitação era tal que da ida só me recordo de ficar um bocado desiludida com o serviço a bordo da British Airways (ainda não estava bem ciente que as publicidades são feitas tendo em conta a primeira classe dos “Long Haul”) … foi no voo de regresso dessa viagem que tive o meu primeiro problema com os ouvidos … felizmente a minha companheira de viagem (que nunca está muito confortável lá em cima) meteu conversa com a rapariga ao lado e conversaram alegremente, presumo eu, durante toda a viagem … presumo porque eu não ouvia nada de nada, só mesmo um zunido de fundo, depois de aterrar melhorei um bocado mas só umas horas depois é que fiquei completamente recuperada.
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Bem este tema vai dar pano para mangas, por isso … aguardem as cenas dos próximos capítulos … posso adiantar que incluem: bolas de cotão, canibais e transito cruzado…
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(Repararam como me saiu bem o trocadilho do título?!)
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Partilhado por AnaD às 00:58

Setembro 25 2006

... estava eu aqui com uma máquina na mão e a 2ª maior cúpula do mundo na objectiva ... senti-me no centro do mundo ... com a minha amiga Ana que também tem saudades, que eu sei!

Escolhi esta foto porque gosto muito dela não sei porquê mas "cheira-me e sabe-me" a Londres.


Setembro 22 2006
Hoje temos como Sugestão Literária uma história verdadeira que relata as alegrias e as frustrações de um casal de americanos a viver em Portugal.

 

 
 

Titulo - Uma casa em Portugal
Autor - Richard Hewitt
 

 

Ano -  1996
 

Editora - Gradiva
 

Sobre o Livro - Para escapar ao inverno rigoroso da Nova Inglaterra, Richard e Barbara Hewitt decidem comprar uma casa com 300 anos situada numa aldeia minúscula nos arredores de Lisboa. Assim começam as aventuras -- e as desventuras -- do casal. Em breve descobrem que a sua pitoresca casa de sonho é não apenas estruturalmente frágil, como não possui nenhuma das condições básicas de conforto. Por outro lado, o contacto com a população local revela-se frequentemente desconcertante. António, o auto-proclamado mestre pedreiro e carpinteiro, mostra-se exímio na arte de arranjar desculpas para faltar ao trabalho, e Alberto, o electricista, desempenha as suas funções de uma forma extremamente sui generis, isto é, por tentativa e erro.
 

Servido por um humor irresistível e, afinal, por uma ternura muitas vezes tocante pelas coisas portuguesas, Uma casa em Portugal irá certamente deliciar o leitor. As considerações de Richard Hewitt sobre a «lógica singular» do estilo de vida português surgem impregnadas dessa frescura que é apanágio dos observadores estrangeiros, capazes de se espantarem com um sem número de idiossincrasias e peculiaridades que nos passam despercebidas...
 

Nota Pessoal - Dos livros que gostei mais de ler ... hilariante ... e se estivermos com atenção de certeza vamos reconhecer algumas personagens.

 

 


Setembro 21 2006
Já passa das duas da matina e ainda não consegui pensar em nada para partilhar convosco hoje ... será que se me acabou a inspiração?? não pode ser ...
Vou dormir sobre o assunto e amanhã logo se vê ...
Partilhado por AnaD às 02:12

Setembro 20 2006
Como é que eu sei que o verão acabou??? Porque precisei das minhas amigas ...


Setembro 19 2006
Já estava cheia de saudades do Grissom, da Catherine, do Nick, do Warrick, da Sara, do Greg, do Brass e do Doc ...
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A sexta serie começou a ser exibida hoje no AXN, também gosto das outras serie CSI, mas a Las Vegas é a minha preferida, é aquela que tem o melhor elenco  e as melhores histórias.
Agora falta sair a quarta serie em DVD no natal.
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Partilhado por AnaD às 23:02

Setembro 19 2006
Eu sofro de duas fobias ... aracnofobia e dentistofobia ... ambas provocam em mim reações distintas ...
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A aracnofobia provoca-me ataques de panico proximos da histeria que não consigo controlar ... choro compulsivo, tremores, angustia, etc...
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A dentistofobia provoca uma reação de encerramento ... exactamente encerramento da boca ... ou seja eu chego lá e quando ele diz abra a boca ... eu não abro!! Agora com esta dor de dentes eu tenho de pensar em ir ao dentista ... se calhar vou pedir-lhe para me dar uma anestesia total e me arrancar os dentes todos ... arranca-se o mal pela raiz  ... literalmente!!
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Gostaria que todos os meus leitores que dessem um desconto a tudo o que eu escrever hoje ... não dormi e tomei uma catrefada de analgésicos ...
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Partilhado por AnaD às 13:32

Setembro 18 2006
Imaginem o seguinte cenário ... um quarto de criança ... uma cama com um peluche branco em cima ... uma adulta nuns fabulosos 29 anos ... e uma pimpolha que acabou de completar 2 anos ... sentadas na mesma cama ...
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Diz a adulta - "Olha tens um bicho branco atrás de ti" ... responde a pimpolha com ar entendido "Não é um bicho" ... "Ai não?" diz a adulta confusa ... "Não!" afirma a pimpolha convicta "É um fofo!"...
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(os nomes das intervenientes foram substituídos para protecção da sua privacidade, especialmente da adulta de 29 anos que é constantemente refutada pela pimpolha)
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Partilhado por AnaD às 01:01
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Setembro 17 2006
                                     
           Por Darfur.         
                                     
Partilhado por AnaD às 00:42

Lisboa é a minha cidade, é quem sou e condiciona o que penso e o que sinto, por isso ao partilhar Lisboa, partilho angústias e alegrias, revoltas e compreensão ... no fundo é um local de partilha de sentimentos!
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